A resposta óbvia, porque não?
Esconde-se tanto do que não se quer dizer em reticências.
E no entanto não há forma mais óbvia de o mostrar, do que sendo reticente.
Quem não sabe que as reticências guardam algo por trás?
E quem esconde estar reticente?
"
Have you seen my heart around?
I remember it was laying next to yours
But It disappeared with you
I think he forgot to come back
If you see him around
could you tell him to come back
Tell him I miss him
Will you?
" by me
...










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._;
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I`m artistically challenged. Don`t argue with me or i`ll start rambling on about the reasons why i`m artistically challenged!!!
Tenho te procurado pela net, mas parece me que ja nao paras por la...
Bem vim aqui p te agradecer o fav.no meu ultimo trabalho,mas tb p perguntares como estas .
Beijo*
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My favourite word is maybe...
era só isto.
(a dança foi um sofrimento.)
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francisco.
hmm... "centro da minha espinha fina e pontiaguda" podia ser o nome "tertulia" e a "espinha fina e pontiguda" seria o L ou i, agora o milhar e o milhão é que me baralham... mas "marcar um milhão" com o apóstrofo, quase que se associa ao "à". o "à" mais vocálico no abeced(á)rio é o "á" suponho
bom... provavelmente estou bastante longe do que tinhas em mente, mas fica para te entreteres as minhas associações conturbadas
sinto muito que a dança tenha sido um sofrimento!!
(dependendo da situação é menos doloroso dançarmos nós
abraços grandes, da gaivota ... bom queria por aki qq coisa mais.... gaivota ..., mas n me vem nada à cabeça, por isso... vai assim, com comentário e tudo
aperto.
(está difícil de conseguir enviar-te aquela coisa...)
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francisco.
bom... ao menos foi bom para a risota!!!
eu a pensar que era suposto comentar o significado do que me deixaste por aki escrito!!!
isto é ao que eu chamo ter o cérebro a trabalhar em seco... moi moi moi e nada
é um mal que me aflige constantemente
humm... ninguem quer ver-se associado a esse monte de braços e pernas... dançar é partilhar a dois o sentimento por uma música, não creio que não exista ninguem (ou tão poucas pessoas) que se disposissem a partilhar o que sentem por música contigo. É claro, como na música, nem todas as notas, nem todas as cordas, ressoam umas com as outras. Umas mexem-nos, outras nem por isso.
(não há problema
abraços grandes
J
abraço.
(o teu j é maiúsculo e não tem ponto final. gostei de ver. eu vou deixando o meu f assim pequenino e trancado, como uma tabuleta de aviso... e logo eu que nem cão tenho!
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francisco.
eu duvido que assim seja. era o mesmo que pedirem-me para escrever pouco por onde quer que passe. e por falar nisso...
Conheço as palavras pelo dorso. Outro, no meu lugar, diria que sou um domador de palavras. Mas só eu - eu e os meus irmãos - sei em que medida sou eu que sou domado por elas. A iniciativa pertence-lhes. São elas que conduzem o meu trenó sem chicote, nem rédeas, nem caminho determinado antes da grande aventura. Sim. Conheço as palavras. Tenho um vocabulário próprio. O que sofri, o que vim a saber com muito esforço fez inchar, rolar umas sobre as outras as palavras. As palavras são seixos que rolo na boca antes de as soltar. São pesadas e caem. São o contrário dos pássaros, embora «pássaro» seja uma das palavras. A minha vida passou para o dicionário que sou. A vida não interessa. Alguém que me procure tem de começar - e de se ficar - pelas palavras. Através das várias relações de vizinhança, entre elas estabelecidas no poema, talvez venha a saber alguma coisa. Até não saber nada, como não sei.
Ruy Belo
:lambidela:, niuâni.
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francisco.
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